"Com copérnico,o homem deixou de estar no centro do universo.Com Darwin,o homem deixou de ser o centro do reino animal.Com Marx,o homem deixou de ser o centro da história.Com Freud,o homem deixou de ser o centro de si mesmo."
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Como um fantasma que se refugia Na solidão da natureza morta, Por trás dos ermos túmulos,um dia, Eu fui refugiar-me à tua porta!
Fazia frio e o frio que fazia Não era esse que a carne nos conforta... Cortava assim como em carniçaria O aço das facas incisivas corta!
Mas tu não vieste ver minha desgraça! E eu saí,como quem tudo repele, -Velho caixão a carregar destroços-
Levando apenas na tumbal carcaça O pergaminho singular da pele E o chocalho fatídico dos ossos!