A era digital está cada vez mais atrofiando o cérebro das crianças,transformando as em 'zumbis-robotizados" afastados de qualquer vínculo com a natureza orgânica. São "mini adultos",cheios de manias e com aquela arrogância caracteristica dos materialistas adoradores de carne crua e stand-up comedy!!!que se autodenominam "moderninhos" e civilizados. Hoje,nossas crianças são tão naturais quanto uma bacia de Mandiopã!!! A epidemia estadunidense de bullyng ganhou o mundo e tirou dos pequenos o aprendizado prático da vida em sociedade,ao ponto dessas crianças optarem por celulares e roupas de marca ao invés de bolas,bonecas e "raladas no joelho"!!!Interagir com uma criança nos dias de hoje,é tão chato e constrangedor quanto um "bate papo" de elevador!!!Feliz dia das crianças!!!E um "próspero" FUTURO!!!
O mundo é redondo!!! Porém vivemos como se ele fosse um prato onde no final do horizonte existe um abismo que nos levará direto à boca de um dragão faminto. E esse dragão de cinco cabeças é o medo... O implacável medo da derrota,da humilhação...da verdade absoluta!!! O capitalismo"globalizou" o sentimento geral de que o mundo é dos vencedores e que só é perdedor,aquele que não luta por seus ideais. PURA BALELA!!! São todos perdedores e fracassados que agonizam em um universo de aparências onde apenas 1 em 1 milhão terá algumas migalhas a mais para se vangloriar!!! O resto...do resto...está condenado a apodrecer no chão de alguma caverna imunda,pensando sempre no amanhã. Não faço e nunca fiz planos para o futuro,pois acredito no que Bob Dylan cantou:
"Com copérnico,o homem deixou de estar no centro do universo.Com Darwin,o homem deixou de ser o centro do reino animal.Com Marx,o homem deixou de ser o centro da história.Com Freud,o homem deixou de ser o centro de si mesmo."
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Como um fantasma que se refugia Na solidão da natureza morta, Por trás dos ermos túmulos,um dia, Eu fui refugiar-me à tua porta!
Fazia frio e o frio que fazia Não era esse que a carne nos conforta... Cortava assim como em carniçaria O aço das facas incisivas corta!
Mas tu não vieste ver minha desgraça! E eu saí,como quem tudo repele, -Velho caixão a carregar destroços-
Levando apenas na tumbal carcaça O pergaminho singular da pele E o chocalho fatídico dos ossos!