O problema de pensar é "não poder falar"!!!
Escrever??
OK!!!
Porém,quem vai ler??E como vão ler??
Filosofia é algo periférico nas mentes normais...Ela divide espaço com o literalismo das palavras e as previsões climáticas para o dia seguinte.Além é claro da dúvida de quem matou o fulano da novela!!!
A Filosofia está para o ignorante,assim como o Luan Santana está para a música...
...ou seja,se você não conhecer a fundo ambos,pode acabar achando qualquer merda enlatada boa!!!
Luan Santana na música e aquelas bizonhas frases de livros de auto ajuda na filosofia.
Por sinal.ambos enfeitam as redes sociais cyberspace afora!!!
E como sobreviver a tudo isso??
Seria mais fácil ignorar??
NÃO!!!
É mais fácil imaginar...o risco é ser baleado no meio da rua como John Lennon!!!
O perigo é ser visto como uma pessoa que pensa!!!
O narcisismo se tornou uma epidemia!!! Para manter a autoestima em alta,as pessoas precisam sentir que são melhores do que realmente são,e achar que os outros são piores!!! Crianças aprendem que devem sempre se sentir especiais e ganhar prêmios!!!Assim surgem adolescentes que desconhecem a derrota!!! Vivemos a Era da padronização!!! Essa Era faz com que as pessoas acreditem que são especiais e exclusivas,quando todos podem ver que até os plantadores de ópio do Afeganistão agora possuem bolsas Louis Vuitton!!!E assim,acabam elevando o problema da autoestima a patamares complexos!!! Pesquisas mostram que todo mundo se acha mais confiável e melhor motorista do que o resto do mundo. Quando na realidade estão todos no mesmo barco boiando em um mar de bosta!!! E para sentir se especial nesse estilo de vida,é preciso um pouco de vaselina!!! As pessoas se acostumam a levar no rabo" diariamente!!! E alguns ainda sentem prazer!!! Não é Sandy???
"Com copérnico,o homem deixou de estar no centro do universo.Com Darwin,o homem deixou de ser o centro do reino animal.Com Marx,o homem deixou de ser o centro da história.Com Freud,o homem deixou de ser o centro de si mesmo."
...
Como um fantasma que se refugia Na solidão da natureza morta, Por trás dos ermos túmulos,um dia, Eu fui refugiar-me à tua porta!
Fazia frio e o frio que fazia Não era esse que a carne nos conforta... Cortava assim como em carniçaria O aço das facas incisivas corta!
Mas tu não vieste ver minha desgraça! E eu saí,como quem tudo repele, -Velho caixão a carregar destroços-
Levando apenas na tumbal carcaça O pergaminho singular da pele E o chocalho fatídico dos ossos!